{"id":233,"date":"2011-11-25T00:00:28","date_gmt":"2011-11-25T03:00:28","guid":{"rendered":"http:\/\/reges.com.br\/realeza\/?p=233"},"modified":"2012-10-09T16:29:07","modified_gmt":"2012-10-09T19:29:07","slug":"metodos-quantitativos-em-contabilidade-a-contabilometria-4","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/reges.com.br\/realeza\/metodos-quantitativos-em-contabilidade-a-contabilometria-4\/","title":{"rendered":"M\u00e9todos Quantitativos em Contabilidade: A Contabilometria (4)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em>A decis\u00e3o precisar\u00e1 ser considerada tendo-se como base todos os dados e informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis, mesmo considerando-se as assimetrias (perturba\u00e7\u00f5es) na produ\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, oriundas dos tratamentos matem\u00e1ticos, estat\u00edsticos, econ\u00f4micos (Pol\u00edtica Econ\u00f4mica) e te\u00f3ricos cont\u00e1beis.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Por\u00a0<strong>Carlos Cesar D&#8217;Arienzo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Os apontamentos de Kaufmann (1981) dizem respeito aos fatores que n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o evidentes nas tentativas dos indiv\u00edduos de se organizarem sob bases racionais na tomada de decis\u00e3o e, que esses fatores n\u00e3o evidentes s\u00e3o o produto de um mundo (nos termos pol\u00edticos, sociais e econ\u00f4micos) em evolu\u00e7\u00e3o ca\u00f3tica. O problema fundamental est\u00e1 nas consequ\u00eancias, at\u00e9 certo ponto, imprevis\u00edveis (no in\u00edcio do processo de decidir) quando decis\u00f5es s\u00e3o tomadas nos ambientes de incertezas e riscos de dif\u00edcil valoriza\u00e7\u00e3o ou compreens\u00e3o. Kaufmann (1981, p.14), continua sua exposi\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8220;O m\u00e9todo que implicitamente seguimos, ao termos de mostrar nossas prefer\u00eancias num problema de decis\u00e3o, consiste em separamos o conjunto de solu\u00e7\u00f5es poss\u00edveis, sejam elas limitadas ou ilimitadas em n\u00famero, em conjuntos mutuamente exclusivos perceptivelmente menores. Observamos, ent\u00e3o, se a escolha de um conjunto de solu\u00e7\u00f5es pode ser substitu\u00edda pela escolha de um fator. N\u00f3s continuamos desse modo, reduzindo mais e mais, se necess\u00e1rio, o n\u00famero de fatores ou componentes pelo qual a prefer\u00eancia final pode ser satisfatoriamente mostrada.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0De acordo com Corrar e The\u00f3philo (2011, p.286), h\u00e1 um hist\u00f3rico da mensura\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o de projetos gerenciais, evolu\u00eddo de distintas frentes de pesquisas, antes de culminar na Teoria da Decis\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A Teoria da Decis\u00e3o, que d\u00e1 suporte ao ato de decidir, segundo Corrar e The\u00f3philo (2011, p.289), pode assim ser definida :<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8220;[&#8230;] Conjunto de conceitos e de t\u00e9cnicas de car\u00e1ter interdisciplinar, que permite estruturar e analisar um problema de maneira l\u00f3gica, de forma a permitir a melhor decis\u00e3o poss\u00edvel face \u00e0s informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis. E, ao adotar os preceitos da Teoria da Decis\u00e3o na resolu\u00e7\u00e3o dos problemas, Administrador de uma empresa estar\u00e1 utilizando uma abordagem sist\u00eamica e anal\u00edtica para o estudo do processo de tomada de decis\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A decis\u00e3o precisar\u00e1 ser considerada tendo-se como base todos os dados e informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis, mesmo considerando-se as assimetrias(perturba\u00e7\u00f5es) na produ\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, oriundas dos tratamentos matem\u00e1ticos, estat\u00edsticos, econ\u00f4micos (Pol\u00edtica Econ\u00f4mica) te\u00f3ricos cont\u00e1beis e, n\u00e3o raro, de interfer\u00eancias pol\u00edticas ou institucionais, dos dados coletados. Caso contr\u00e1rio, Corrar e The\u00f3philo (2011, p.289), advertem:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8220;[&#8230;] Entretanto, um processo de decis\u00e3o que n\u00e3o se orienta por esses requisitos \u00e9 considerado uma m\u00e1 decis\u00e3o, ainda que o resultado obtido seja favor\u00e1vel. Isso porque, como n\u00e3o foram exploradas todas as informa\u00e7\u00f5es e alternativas poss\u00edveis, n\u00e3o se pode afirmar que o resultado favor\u00e1vel foi maximizado. A Teoria da Decis\u00e3o, portanto, procura estabelecer regras para o processo de tomada de decis\u00f5es, bem como descrever as vari\u00e1veis que ser\u00e3o consideradas pelo administrador e que influenciar\u00e3o na escolha do curso de a\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Corrar e The\u00f3philo (2011) argumentam que a tomada de decis\u00e3o demanda diversas e complexas ferramentas conceituais e t\u00e9cnicas que utilizam m\u00e9todos quantitativos, oriundas das Teorias da Decis\u00e3o e da Utilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Por extens\u00e3o, no processo de decis\u00e3o empresarial, os crit\u00e9rios ou par\u00e2metros utilizados na tomada de decis\u00e3o, s\u00e3o igualmente diversos. Ou seja, esses crit\u00e9rios devem levar em considera\u00e7\u00e3o vari\u00e1veis de dif\u00edcil identifica\u00e7\u00e3o e mensura\u00e7\u00e3o, por exemplo, existem vari\u00e1veis econ\u00f4micas (juro, c\u00e2mbio, infla\u00e7\u00e3o etc.), sociais (renda, demografia, educa\u00e7\u00e3o etc.) e pol\u00edticas (institucionais) que n\u00e3o s\u00e3o controladas no \u00e2mbito da empresa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Logo, uma alternativa escolhida inicialmente pode ser substitu\u00edda por outra que melhor se molde ao problema estudado, em fun\u00e7\u00e3o das reflex\u00f5es feitas pelas equipes de trabalho. Al\u00e9m disso, CORRAR e THE\u00d3PHILO observam que:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8220;Destaca-se, ainda, que nesse processo interagem continuamente fatores quantitativos (valores monet\u00e1rios, porcentagens, \u00edndices, probabilidades) e fatores qualitativos, que se baseiam na aprecia\u00e7\u00e3o humana e na experi\u00eancia e julgamento de quem decide. [&#8230;] A decis\u00e3o ocorre em fun\u00e7\u00e3o da identifica\u00e7\u00e3o de um problema decorrente da necessidade de alterar determinada situa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, considera-se o objetivo que se pretende atingir com a altera\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o, as op\u00e7\u00f5es dos cursos de a\u00e7\u00f5es que levam a atingir o objetivo e, consequentemente, resolver o problema identificado.(2011, p.287)&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0As vari\u00e1veis que o administrador e os empres\u00e1rios n\u00e3o controlam ou influem diretamente (vari\u00e1veis ex\u00f3genas), podem ser vislumbradas em diferentes cen\u00e1rios que exponham diferentes desdobramentos para a pol\u00edtica administrativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Por exemplo, utilizando o ferramental adequado, \u00e9 poss\u00edvel projetar (e n\u00e3o prever) e expor as possibilidades dos impactos na atividade econ\u00f4mica decorrentes das mudan\u00e7as em vari\u00e1veis como o c\u00e2mbio, juros, defla\u00e7\u00e3o, infla\u00e7\u00e3o etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Portanto, o conhecimento (ou cabedal) do profissional n\u00e3o pode ser relativo somente \u00e0 \u00e1rea objeto em estudo, precisa ser extrapolado mesmo quando se pensa na \u00e1rea objeto, espec\u00edfica. Porque se o conhecimento ficar restrito \u00e0 \u00e1rea espec\u00edfica de atua\u00e7\u00e3o do Administrador e Contador, da pr\u00f3pria empresa (pol\u00edticas administrativas e cont\u00e1beis imediatas), eles n\u00e3o ter\u00e3o como distinguir se devem ou n\u00e3o analisar as vari\u00e1veis ex\u00f3genas que poder\u00e3o afetar a empresa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Em consequ\u00eancia, esses postulados podem conduzir o profissional ao menor n\u00famero de erros na elabora\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica administrativa e cont\u00e1bil, ou, paralelamente, de dot\u00e1-lo de op\u00e7\u00f5es realistas para corrigir rumos, quando necess\u00e1rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A decis\u00e3o precisar\u00e1 ser considerada tendo-se como base todos os dados e informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis, mesmo considerando-se as assimetrias (perturba\u00e7\u00f5es) na produ\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, oriundas dos tratamentos matem\u00e1ticos, estat\u00edsticos, econ\u00f4micos (Pol\u00edtica Econ\u00f4mica) e te\u00f3ricos cont\u00e1beis. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Por\u00a0Carlos Cesar D&#8217;Arienzo \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Os apontamentos de Kaufmann (1981) dizem respeito aos fatores que n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o evidentes nas tentativas dos indiv\u00edduos de se organizarem sob bases racionais na tomada de decis\u00e3o e, que esses fatores n\u00e3o evidentes s\u00e3o o produto de um mundo (nos termos pol\u00edticos, sociais e econ\u00f4micos) em evolu\u00e7\u00e3o ca\u00f3tica. O problema fundamental est\u00e1 nas consequ\u00eancias, at\u00e9 certo ponto, imprevis\u00edveis (no in\u00edcio do processo de decidir) quando decis\u00f5es s\u00e3o tomadas nos ambientes de incertezas e riscos de dif\u00edcil valoriza\u00e7\u00e3o ou compreens\u00e3o. Kaufmann (1981, p.14), continua sua exposi\u00e7\u00e3o: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8220;O m\u00e9todo que implicitamente seguimos, ao termos de mostrar nossas prefer\u00eancias num problema de decis\u00e3o, consiste em separamos o conjunto de solu\u00e7\u00f5es poss\u00edveis, sejam elas limitadas ou ilimitadas em n\u00famero, em conjuntos mutuamente exclusivos perceptivelmente menores. Observamos, ent\u00e3o, se a escolha de um conjunto de solu\u00e7\u00f5es pode ser substitu\u00edda pela escolha de um fator. N\u00f3s continuamos desse modo, reduzindo mais e mais, se necess\u00e1rio, o n\u00famero de fatores ou componentes pelo qual a prefer\u00eancia final pode ser satisfatoriamente mostrada.&#8221; \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0De acordo com Corrar e The\u00f3philo (2011, p.286), h\u00e1 um hist\u00f3rico da mensura\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o de projetos gerenciais, evolu\u00eddo de distintas frentes de pesquisas, antes de culminar na Teoria da Decis\u00e3o. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A Teoria da Decis\u00e3o, que d\u00e1 suporte ao ato de decidir, segundo Corrar e The\u00f3philo (2011, p.289), pode assim ser definida : \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8220;[&#8230;] Conjunto de conceitos e de t\u00e9cnicas de car\u00e1ter interdisciplinar, que permite estruturar e analisar um problema de maneira l\u00f3gica, de forma a permitir a melhor decis\u00e3o poss\u00edvel face \u00e0s informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis. 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Caso contr\u00e1rio, Corrar e The\u00f3philo (2011, p.289), advertem: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8220;[&#8230;] Entretanto, um processo de decis\u00e3o que n\u00e3o se orienta por esses requisitos \u00e9 considerado uma m\u00e1 decis\u00e3o, ainda que o resultado obtido seja favor\u00e1vel. Isso porque, como n\u00e3o foram exploradas todas as informa\u00e7\u00f5es e alternativas poss\u00edveis, n\u00e3o se pode afirmar que o resultado favor\u00e1vel foi maximizado. A Teoria da Decis\u00e3o, portanto, procura estabelecer regras para o processo de tomada de decis\u00f5es, bem como descrever as vari\u00e1veis que ser\u00e3o consideradas pelo administrador e que influenciar\u00e3o na escolha do curso de a\u00e7\u00e3o.&#8221; \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Corrar e The\u00f3philo (2011) argumentam que a tomada de decis\u00e3o demanda diversas e complexas ferramentas conceituais e t\u00e9cnicas que utilizam m\u00e9todos quantitativos, oriundas das Teorias da Decis\u00e3o e da Utilidade. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Por extens\u00e3o, no processo de decis\u00e3o empresarial, os crit\u00e9rios ou par\u00e2metros utilizados na tomada de decis\u00e3o, s\u00e3o igualmente diversos. Ou seja, esses crit\u00e9rios devem levar em considera\u00e7\u00e3o vari\u00e1veis de dif\u00edcil identifica\u00e7\u00e3o e mensura\u00e7\u00e3o, por exemplo, existem vari\u00e1veis econ\u00f4micas (juro, c\u00e2mbio, infla\u00e7\u00e3o etc.), sociais (renda, demografia, educa\u00e7\u00e3o etc.) e pol\u00edticas (institucionais) que n\u00e3o s\u00e3o controladas no \u00e2mbito da empresa. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Logo, uma alternativa escolhida inicialmente pode ser substitu\u00edda por outra que melhor se molde ao problema estudado, em fun\u00e7\u00e3o das reflex\u00f5es feitas pelas equipes de trabalho. Al\u00e9m disso, CORRAR e THE\u00d3PHILO observam que: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8220;Destaca-se, ainda, que nesse processo interagem continuamente fatores quantitativos (valores monet\u00e1rios, porcentagens, \u00edndices, probabilidades) e fatores qualitativos, que se baseiam na aprecia\u00e7\u00e3o humana e na experi\u00eancia e julgamento de quem decide. [&#8230;] A decis\u00e3o ocorre em fun\u00e7\u00e3o da identifica\u00e7\u00e3o de um problema decorrente da necessidade de alterar determinada situa\u00e7\u00e3o. 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Porque se o conhecimento ficar restrito \u00e0 \u00e1rea espec\u00edfica de atua\u00e7\u00e3o do Administrador e Contador, da pr\u00f3pria empresa (pol\u00edticas administrativas e cont\u00e1beis imediatas), eles n\u00e3o ter\u00e3o como distinguir se devem ou n\u00e3o analisar as vari\u00e1veis ex\u00f3genas que poder\u00e3o afetar a empresa. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Em consequ\u00eancia, esses postulados podem conduzir o profissional ao menor n\u00famero de erros na elabora\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica administrativa e cont\u00e1bil, ou, paralelamente, de dot\u00e1-lo de op\u00e7\u00f5es realistas para corrigir rumos, quando necess\u00e1rio.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-233","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/reges.com.br\/realeza\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/233","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/reges.com.br\/realeza\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/reges.com.br\/realeza\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/reges.com.br\/realeza\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/reges.com.br\/realeza\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=233"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/reges.com.br\/realeza\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/233\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":235,"href":"http:\/\/reges.com.br\/realeza\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/233\/revisions\/235"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/reges.com.br\/realeza\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=233"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/reges.com.br\/realeza\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=233"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/reges.com.br\/realeza\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=233"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}